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Parada Essencial

Benvindos ao "Diário politicamente incorreto da Pâmelli" - uma brasileira/americana childfree, residente nos E.U.A. desde 2003 Viagens, cultura, desabafos e muito mais!

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Visitando o sudoeste da França ( Primeira parte)

Pâmelli, 03.04.11

Afinal hoje volto ao blog para terminar os posts sobre nossa viagem  à Europa.

Na verdade,   já saimos de Austin novamente,  e este fim-de-semana estamos no Colorado – mais precisamente na estação de esqui de Breckenridge onde meu marido gosta de praticar o snowboarding .  ( Ver  posts com tags de ‘Breckenridge’ ou ‘Colorado’)  

Uhm , boa oportunidade para colocar o blog em dia , já que não esquio e aqui estou livre das aulas! Lol

 

Então vamos lá:

Depois da cidade de  Bath,  tivemos de retornar à Londres para pegar o trem que nos levaria até Dover , (na costa da Inglaterra)    para de lá pegarmos o ferryboat para a França. 

A travessia mesmo durou apenas uma hora e meia e o barco era  bem grande e bastante  confortável, com vários ambientes, um bar e uma boa cafeteria.

 

Calais, França

 

Nossa chegada ao  porto de Calais se deu já no final da tarde e ,  até então  ,  tudo o que sabíamos é que queríamos  seguir o quanto antes para a região do Périgord ( ou a Dordonha), no sudoeste da França, pois era lá que pretendíamos passar a maior parte de nossa estadia no Hexagone. 

 Conseguimos um hotel  bom e barato ( o ‘Ibis’)   para passarmos a noite e no dia  seguinte alugamos um carrinho ( um Citroen ‘Picasso’ ,lol)  para seguirmos em nossa  viagem improvisada.

O bom de se viajar de carro é justamente isso.  Não  temos  compromissos com horários de trem,  saídas, chegadas, paradas obrigatórias…  Você segue conforme o vento e sua inspiração e foi exatamente isso o que fizemos!

 

Chartres

 

A medida que seguíamos em direção ao sul,  resolvemos dar  uma parada  de algumas horas na cidade de Chartres.  O objetivo foi visitarmos sua  famosa e gigantesca catedral gótica, que já da estrada, pudemos ver se destacando no meio da paisagem e dos outros edifícios da cidade.  

Naturalmente, em meus estudos de cultura francesa  eu  havia ouvido  falar na catedral de Chartres . Portanto,  estando alí, tão perto e não parar para visitá-la,  me pareceu um absurdo.   Resolvemos então atrasar um pouco nossa viagem  e ,  needless to say,  a visita mais do que valeu  a pena pois não é todo o dia que um americano e uma brasileira ( ainda mais em se tratando de um  agnóstico e uma deísta… Lol)  entram uma  catedral de quase mil anos!!

 

 A catedral de Chartres do Século 12/13 A.D.

 

 

O Vale do Loire

 

A França é aproximadamente do tamanho do Texas – o que significa que não é exatamente pequena.   (Embora muitos americanos e brasileiros pensem que sim…lol).   O resultado é que  depois de nossa parada em Chartres,  ainda tivemos de dirigir  por várias horas até chegarmos  à  charmosa cidadezinha de Blois, no Vale do Loire.    

Eu já havia visitado o castelo de Blois em ’96, com minha mãe e uma amiga ,  mas na ocasião nossa excursão incluía apenas uma visita ao seu castelo do Século XV , já que no mesmo dia ainda iríamos visitar dois outros castelos na região – Chambord e Chenonceau.

 

Desta vez,  optamos em não visitar o castelo por dentro ( apenas o vimos do lado de fora),  mas em compensação aproveitamos para  conhecer melhor a cidade e passarmos a noite lá.   Nosso hotelzinho ( bastante simples, mas muito charmoso) ,   era em  uma construção do Século XV  – o que fez com que meu marido tivesse que se abaixar cada vez que entrávamos no quarto, lol .   

Jantamos em um ótimo restaurante local  ( o ' l’Hôte Antique')  , nada turístico e evidentemente frequentado pelos habitantes locais ,  e lá tomamos o  excelente  vinho de um dos castelos da região ( Cheverny).   No  dia seguinte,  conhecemos a feirinha  de rua  de Blois,  onde meu hubby quase enlouqueceu na barraca dos queijos   pois sua vontade era de experimentar e levar um pedacinho de cada um deles!! Lol)

Ainda antes de deixarmos a  região do Loire e sem resistirmos a parada,   visitamos um outro castelo –  Loches.   É difícil você dirigir 30km no Vale do Loire sem ver algum castelo!!  

A fortaleza data do Século 12 /13 ( a torre)  e 15 ( o castelo propriamente dito...)

   Assim como a cidade de Chartres,  ele simplesmente ESTAVA  no meio de nosso caminho, lol e, apesar de estarmos ansiosos para chegarmos à Dordonha,  como não parar pelo menos para tirar algumas fotos?? 

O dia havia sido longo e com todas as paradas irresistíveis,   não conseguimos chegar à Sarlat – nosso destino final -  aquela noite .  Então, já cansados após várias horas de viagem,  acabamos dormindo na cidade de Brive la Gaillarde,   onde jantamos em uma creperia  e fizemos planos de seguir cedo no dia seguinte para a capital da Dordonha.  

( Fim da primeira parte)

 

 

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