Domingo, 27 de Junho de 2010

Parada final: New Orleans

A última etapa de nossa viagem foi na cidade de New Orleans.

Desta vez, ao contrário de quando estivemos lá em 2009 e quando  não pudemos ficar no hotel que  havíamos reservado ( ver o  post 'Voltando pra casa ' , 2 de janeiro de 2009 ...), tomamos as devidas ‘precauções’:  1) não levamos o chiuaua a fim de evitarmos um novo ‘despejo’ , lol ... e 2) fizemos a reserva  no hotel com DIAS de antecedência!  

 

Desde o furacão Katrina de 2005,  New Orleans ( pelo menos o  French Quarter, que é a parte turística da cidade) está totalmente limpa e  recuperada. 

A cidade continua animada, colorida e  com  música por todos os lados.

 Seus hotéis e cafés em estilo ‘parisiense do século 19...’  , continuam cheios de turistas de todos os cantos do mundo  – especialmente franceses e canadenses.

 

Desde a primeira vez que estive lá , em 2003,  sentí uma atração  especial por aquela cidade.

A verdade é que as coisas que o americano tipicamente ‘anglo-saxônico’ ( ou seja:  rígido e puritano...)  reclama de N.O. ( a suposta "violência e sujeira" na cidade...) ,  para quem nasceu e viveu a maior parte de sua vida no BRASIL  e, mais especificamente no  RIO DE JANEIRO... , há!  – é simplesmente uma piada!

 

 Que violência??  Que sujeira??

Ok,  a menos que você more em Tóquio ou em Helsínquia..., a próxima vez que ouvir alguem dizer que New Orleans é 'suja e perigosa' , simplesmente dê de ombros ( E se fôr francês,  solte aquele suspiro típicamente gaulês, , com a boca meio torta e  que denota um misto de tédio e desprezo por seu interlocutor ! lol)

 

Just for the record  :   NÃO,  há assaltos em sinais em N.O. ( pelo menos não no French Quarter...)  

Imagine, por exemplo,  que o French Quarter é como Manhattan em Nova Iorque:   É lá que você vai se hospedar se fôr turista, certo? 

E o que lhe importa, Sr. Turista,   se no Bronx,  no Harlem ou sei lá mais aonde,  'a coisa fica meio preta' de vez em quando??

Já no Rio de Janeiro, não importa em que ponto da cidade você esteja... Pode ser no melhor bairro ( Leblon, Ipanema, Barra, Lagoa...) ; pode ser de dia; pode ser andando de carro... O fato é que você não está a salvo em lugar nenhum! ( O que não quer dizer que coisas ruins não podem acontecer até em plena Avenue Foch em Paris, mas o ponto aqui é,  o quão provável é que uma pessoa seja assaltada  alí??

Mas voltando à New Orleans...

A  cidade não  tem nem  pivetes , nem mendigos dormindo espalhados  pelas calçadas . ( Só isso já seria um ponto e tanto a seu favor , mesmo que não tivesse mais nada de bom!)

 De dia é gente por todo lado, passeando de carruagem, tirando fotos na bela  praça central ( Jackson Square), caminhando ao longo do ‘calçadão’ do rio Mississippi ou fazendo um típico  tour  no seu barco estilo ‘Mark Twain’.   Os músicos de jazz estão por toda parte.  Difícil é você cruzar uma esquina e não topar no mínimo com um saxofonista tocando um tune numa esquina de rua! lol   Já à noite, o French Quarter vira uma festa ao ar livre,  com   todo o mundo passeiando À PÉ  pelas ruas das cidade,  desfrutando de seus cafés em estilo europeu ,  seus pubs e nightclubs emanando  hedonismo e sensualidade ou seus requintados e exóticos  restaurantes.

 

Sim, New Orleans é uma cidade única ou , como dizem os americanos , unique.

É como se um pedacinho da França do século 19 tivesse se misturado à um certo tempero caribenho e depois  parado no tempo!

Alí, ao contrário da maioria das cidades na América , a coisa mais rara é você ver uma loja, hotel ou restaurane do tipo ‘franquia’ .  Nada de Walmart’s ou Sears;  de  hotéis  Hyatt ou  Confort Inn ou de ‘restaurantes’ do tipo  TGI Fridays,   KFC ,  Olive Garden  ou Mac Donald’s.

 Nananinana...

Em N.O.  os hotéis se chamam ‘Monteleone’ e ‘Bourbon’;  os cafés ‘ Désirée’  e ‘Arnaud’s’...  e as lojas locais ( nenhuma delas franquias)  vendem as mais variadas bijuterias  com o 'símbolo da cidade' ( e tambem da monarquia francesa) :  a fleur de lys!

 

 

E agora,  algumas fotos que tirei nos dois dias que passamos alí...

 

1)

A animadíssima Bourbon Street ...

 

2)

Uma construção típica do French Quarter...

 

 

3) Passeio de carruagem pela cidade...

 

4) 'Café du Monde' - a parada essencial no final da tarde para uma xícara de café com chicória ( bem ao estilo local)  e os deliciosos beignets  , que são os donuts  franceses...

 

5) O 'Natchez'- o famoso barco estilo 'Mark Twain'.

Passeio pelo Mississippi ao som de jazz e com  jantar cajun  ( a picante comida local) ...

 

6)Na Jackson Square, um casamento ao ar livre com, é claro,  uma banda de jazz! 

( Vejam que linda a construção ao fundo, de arquitetura bem francesa...) 

E à propos... Alguem tá vendo alguma sujeira na rua  ou mendigo dormindo na praça??)

 

7)A Jackson Square vista ao fundo com sua bela igreja...

 

8) A fachada de nosso hotel , o The Inn on Bourbon bem no meio da muvuca.  ( Nota: O negócio é pegar um dos quartos de fundos, com vista pra piscina! lol) 

 

 

 

 

9) O famoso restaurante/ café  'Arnaud's -   romântico e com excelente  cozinha francesa.

O piso em mosaico   é super charmoso.

Detalhe:  na mesa em frente à nossa,  havia um grupo de rapazes falando árabe - muito bem vestidos , bem com cara de 'filhos de xeques das arábias'...

Isto é New Orleans!! lol

 

E como eu não poderia deixar de mencionar...

10) Na Royal Street,  são vários os antiquários e lojas de móveis ( sempre no estilo 'França antiga...' ) 

 

Em suma,  em N.O, até as estátuas tocam e cantam ao som de jazz...:-) 

 

 

 

 

 

 

sinto-me: Fã de New Orleans!
publicado por Pâmelli às 21:20
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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

Voltando pra casa ( Terceira Parte)

Categoria de post :  turismo e ecologia

 

Nossa viagem durou cerca de 10 dias .

Na  ida à  Flórida, para ganharmos tempo,  pegamos o avião. Na volta,  alugamos um carro .

 

Pois bem , depois de deixarmos o retirement community de Timber Pines, que fica nos arredores de Tampa,  lá fomos nós seguindo ao longo da costa oeste da ‘salsicha’ até chegarmos à cidade de Pensacola. 

O plano era passarmos a noite lá e no dia seguinte aproveitarmos sua bela  praia.

 

Pensacola , assim como Saint Augustine,  é uma cidade antiga e que  foi igualmente  fundada pelos espanhóís.  Só que como estávamos com o tempo restrito, escolhemos um hotelzinho em Pensacola Beach e não na cidade propriamente dita.

 

A praia  naquela semana ( quando a mancha de óleo ainda não havia chegada a Flórida...)  estava PER-FEI-TA!  

A areia branca e finíssima,  como uma écharpe da mais pura seda, corria  por entre os dedos de nossos pés.

A água limpíssima e cristalina, era uma carícia em nossos corpos.

GOLFINHOS em bandos,  nadando e pulando há menos de cem metros da costa.

 Ah, e como pareciam  felizes!  Os pobrezinhos mal sabiam o que estava por vir...

Na beira do mar,  há menos de 3 metros de nós,  grupos e mais grupos de   ARRAIAS  deslizavam pelas águas como se fossem mini discos voadores.

  

Ah,  Pensacola...

 Como é triste saber que você nunca mais será a mesma! ( Apenas dois dias depois de chegarmos em casa ,  soubemos que os primeiros sinais da mancha já tinham  despontado a poucos quilômetros dalí... )

 

 

Naquele dia aproveitamos  cada minuto, cada visão, cada sensação daquele mar e daquela areia em nossos corpos , como se fosse o último de nossas vidas.   Era a nossa despedida.

   Uma perda imensa.  Um PESO na alma de lhe afundar o coração.  Uma tristeza tão grande que nem mesmo sobra  lugar para a revolta contra a B.P. e o governo.

 

O acidente na plataforma  no Golfo do México  foi o 11 de setembro da Flórida. 

É possível que a economia  daquelas  cidades no  Golfo que não vivem de turismo praiano ,  aos poucos,  se recupereJá a Flórida, famosa por suas praias perfeitas - estranhamente em um país tão vasto e que vai do Atlantico ao Pacífico,  o ÚNICO estado ( talvez com a exceção do Havaí...) que  REALMENTE tem  as melhores e mais belas  praias na América !!- ... A Flórida  dificilmente  voltará a ser a mesma. 

    

 

 God bless  Pensacola and protect the sea life and  what is still left of Florida.

 

 

---

 

Nossa viagem estava chegando ao fim e em  dois dias estaríamos de volta ao Texas. 

 Contudo, após  nossa despedida melancólica de  Pensacola   , havia chegado a hora de  partirmos rumo à nossa parada final:

   a terra do hedonismo, dos cafés com chicória e dos  beignets açucarados ;  a  ‘Paris’ com tempero apimentado e o espírito caribenho... Aquela cidade  que sempre canta e nunca dorme.  A capital do jazz.   A única e incomparável ... New Orleans.      

 

sinto-me: De luto pela Flórida
publicado por Pâmelli às 15:06
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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

Na Terra dos Sonhos ( Segunda Parte)

             

Cinderela e seu príncipe, romanticamente recobertos de hera...

 

Categoria de post:  turismo

 

Afinal, após nossa parada histórica e cultural em Saint Augustine, seguimos para um destino bem 'diferente'... A Disneyworld! lol

 

Já sei. Deve ter gente aqui , (aquelas pessoas que frequentam o 'Parada' já há algum tempo...) que deve estar pensando : " O que você , Pâmelli, uma mulher declaradamente childfree e seu marido ( igualmente childfree) vão fazer em um lugar cheio de famílias COM CRIANÇAS como a Disney??

 Depois não reclama!"

But no worries. Quem cai na água é pra se molhar. Portanto neste post não tem reclamação mas só encantamento.

 

Bem, em primeiro lugar, devo dizer que apesar das 'famílias' serem 90% do pessoal que visita a Disney, existe tambem um bom número de casais jovens ( ainda sem filhos) , além de ( surprise, surprise...) vários casais da TERCEIRA IDADE - e sim, desacompanhados dos filhos e netos! lol

Ou seja: mesmo que você não seja mais criança nem tenha uma delas..., será sempre bem vindo à Disneyworld.

 

Afinal o mundo de Walt Disney é a terra dos sonhos , da fantasia e de todos aqueles que são 'young at heart' ( jovens de espírito) - não importa a sua idade cronológica . 

(Sendo assim, que tal  passar seu próximo aniversário de 25 anos de casamento andando  de trem fantasma ao lado do Mickey?? lol)

 

Mas falando sério...

 Por uma coincidência incrível, tanto eu quanto meu marido estivemos na Disney mais de 30 anos atrás!

 Eu era uma menininha de 10 anos...Ele um rapazote nos seus dezoito. Eu viajei sozinha, em uma excursão somente de adultos. ( Naquela época não havia no Brasil essas excursões de hoje, especializadas em levar jovens - desacompanhados dos pais - à Disney...)  De fato, pode-se dizer que eu fui a pioneira da modalidade!!

Já o meu marido  foi até lá  acompanhado de sua namoradinha da época.

 

O ano? Nenhum de nós tem bem  certeza ,  mas pensamos que deve ter sido em 78 ou 79...

 

 

De repente, enquanto seguíamos de carro para  o mais famoso dos parques de diversão do mundo,  eu lhe disse:

 

- Já pensou que talvez nós  estivemos lá na mesma época? Na mesma semana ou até mesmo no mesmo dia??

 

-É bem possível ... - foi sua resposta.

 

-E já imaginou se naquele dia,  um duende ou a fada Sininho  ,  lhe vendo tão animado  com sua namoradinha adolescente , só de sacanagem,   tivesse lhe soprado ao ouvido: 'Ei, tá vendo aquela garotinha alí andando com uma amiguinha no brinquedo do Dumbo?

 

-Qual ?- você  lhe perguntaria.

 

-Aquela magrinha alí. De cabelos castanhos.

 

-Sei. - Você responderia com aquele jeito mal humorado de aborrecente.  -  Uma pirralha de algum país da América Central... E daí ?

 

-E daí que daqui há alguns anos é com ELA que você vai se casar e  em 2010 os dois voltarão juntos à Disney! 

 

Ele quase derrapou com o carro.   lol

 

Anyway, 

nos próximos dois dias  visitamos o Epcot  ( a parte 'européia' da Disney...lol) e o Magic Kingdom ( esse sim, seu lado 100% americano!) com suas divertidas atrações, desfiles de personagens , passeios etc.

 

No Magic Kingdom , fizemos um 'riverboat cruise', ou um passeio em um típico barco no estilo do rio  Mississippi.  Depois visitamos a casa de Robinson  Crusoe,  (construída no topo de uma árvore) , andamos no 'trem fantasma' da Haunted House ( A Casa Mal-Assombrada) e no Hall of Presidents, vimos as perfeitas imitações de todos os Presidentes da América em bonecos de cera, falando e se mexendo como pessoas de verdade. 

Minha recomendação para o almoço alí: a Liberty Tree Tavern - um agradável restaurante com especialidades yankees que inclui entre outras coisas, bolinhos de salmão, bacalhau frito, saladas variadas e é claro, o inevitável hamburguer com fritas. Detalhe: as garçonetes são vestidas de pilgrims! (antigos colonos...)

 

Já no parque Epcot, visitamos o pavilhão do Canadá ( que mostra um belo filme em 360 graus) , o do Marrocos ( cheio de lojinhas no estilo Souk , com as mais exóticas bugigangas...), comemos sanduíche de baguette na parte da França   e bratwurst com Sauer Kraut ( salsicha com chucrute) no da Alemanha.

No pavilhão da França, como meu marido quis dar um pulo no setor dos perfumes ( 'para se refrescar ...), - e sim, foi ele mesmo quem quis fazer isso , não eu! lol ) descobrimos que a vendedora era brasileira.

A um dado momento e a medida que experimentávamos os perfumes, de repente ela me perguntou: 'E você, não vai querer levar um?'

Então eu lhe respondi: 'Não obrigada. Já tenho minha coleçãozinha em casa. Mas talvez meu marido queira levar um para si...''

( De fato eu esperava que ele , ao contrário de mim, resolvesse comprar uma das eau de toilette da moça, mas ele tampouco estava muito interessado em sair dalí carregando o trambolho...)

-Vocês moram aqui nos E.U. não é? De onde são?

-Moramos no Texas - respondi, meio surpresa. -Como você sabia...?

-Seu solitário. As turistas brasileiras não usam isso. Por outro lado, o fato de não ter querido comprar perfumes mostra que não é turista. Sabe como é, brasileiro quando viaja ao exterior, sai comprando QUILOS  de tudo - principalmente perfumes.

- Não tinha pensado nisso, mas o que diz  faz sentido. Turista brasileiro tem mesmo mania de compra e quanto à jóia, você tambem  tem razão. Faz tempo que os brasileiros perderam o direito de usar suas próprias jóias na rua! No entanto, deveriam aproveitar pra usar quando estão fora...

-É, deviam mesmo.

 

O calor lá fora era o próprio Sahara e como a loja estava fresquinha continuamos nos perfumes e com a conversa fiada.

Por fim, ao descobrir que meu marido era americano, ela exclamou:

 

-Nossa! Ele nem tem sotaque. Pensei que tambem fosse brasileiro. Meu marido morou um ano no Brasil mas até hoje só sabe dizer ' Graças a Deus' e 'Tô com fome'...

 

-Tambem deve ter aprendido a dizer 'Socorro!' , né? - deixei escapar antes de conseguir me conter.

 

-Não repare. - disse-lhe meu marido. Ela é assim mesmo...

 

Minutos depois, quando deixamos a loja eu lhe disse:

- Bem, pelo menos ela não concluiu que eu era uma brasileira daqui  PORQUE  me achou gorda . lol  ( Infelizmente isso é outra coisa que acontece com muitos brasileiros nos E.U.A. : eles engordam horrivelmente!!)

 

Enfim, depois de dois dias de 'atividades intensas' em meio a muita gritaria e esguichos de pistolas de água...Seguimos para Timber Pines, que é a comunidade de aposentados onde mora minha sogra.  Lá, a idade mínima para residentes é de 55 anos e crianças são proibidas! lol 

(Se quiser saber mais sobre o lugar, leia o post de 7 de janeiro de 2009 'Os retirement communities na América...)

 

Foram dois dias apenas ouvindo o canto dos pássaros, rodeados de campos de golfe e tomando banho de piscina com pessoas cuja faixa etária gira em torno dos 65 anos.   Bota contraste nisso depois de nossa maratona na Disney!

 

Finalmente, após nosso 'descanso' em Timber Pines,   pegamos novamente o carro e continuamos nossa viagem de volta  ao Texas.

Ainda tinhamos MUITOS quilômetros pela frente e duas paradas especiais pelo caminho: a primeira  em uma das mais belas praias da Flórida ( que infelizmente está com os dias contados...) e a  segunda,  em uma das  cidades mais interessantes e  animadas da América!

 

Aguardem os próximos capítulos...

 

 

 

 

sinto-me: Encantada com Disney!
publicado por Pâmelli às 03:21
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Domingo, 6 de Junho de 2010

Entre posts

Faz uma semana que voltamos da Flórida e minhas aulas do verão já começaram no Community College.

Como estarei seguindo 3 novos cursos durante as próximas 5 semanas e meia,  ( Speech , American History 2 e maaaaaath...) - ou seja,  fazendo o correspondente a 5 meses em 5 semanas!! - já viram né? 

 

Enfim,  tenho pelo menos dois posts que ainda quero colocar no 'Parada' sobre a Flórida, mas  terão de esperar.

 

Meanwhile , deixo aqui  um youtube video ( em inglês) com o meu comediante preferido Bill Mayer entrevistando o neto de Jacques Cousteau.

O tópico? 

É claro que só poderia ser o oil spill no Golfo !

 

O assunto hoje é sério, mas o programa de Bill Mayer ( Real Time)  na HBO , mesmo diante de um assunto tão BRABO, nunca deixa de ser um treat.   

 O host continua  impecável em seu charme, elegancia e wit

 

 Quanto à Phillipe Cousteau Neto...

Só o seu nome já  dispensa apresentações.  (  E sim, ele é filho de Phillipe Cousteau...  que é o filho de Jacques Cousteau!)

 Que BELA árvore genealógica aquela  alí heim? 

 

Detalhe:  A mãe do rapaz é  americana e ele nasceu na Califórnia.  Daí seu inglês impecável  , com o belo sotaque  - ou melhor a FALTA dele! -  californiano.  ( Um verdadeiro ' colírio para os ouvidos' , principalmente para quem mora no Texas  como eu !)  

 

  A entrevista foi feita no final do mês de maio.   

 

 

 

 

 

sinto-me: Fã de B. M. e P. C. !
publicado por Pâmelli às 19:42
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