Sábado, 30 de Junho de 2012

Washington- uma jóia neo-clássica nas Américas!

   Semana passada estivemos de volta à Costa Leste ( mais especificamente no estado de Maryland)   para  o casamento da filha de um grande amigo de meu marido.

Como sempre,  ficamos hospedados na casa de meu sogro , na cidade  de Columbia ,  a cerca de meia hora  de Baltimore.  ( Para saber mais sobre esta charmosa e antiga cidade nos E.U.,  dêem uma olhada no post de 20 de maio de 2011:  "Baltimore- exemplo ou inspiração para o Rio").

Eu sempre gosto de ir para a Costa Leste,  pois lá a América é muito mais “civilizada”  - que dizer,  as pessoas são muito mais sofisticadas e cultas  do que por aqui, pelas bandas do  “Velho Oeste” .  Pelo menos nos grandes centros .   Afinal foi na Costa Leste  onde ‘tudo começou’ :  as 13 colônias originais,   as primeiras cidades, Washington - a capital,  NYC… Além do que,   é a parte mais “europeia” dos E.U.

Sim,  ali, em alguns lugares,  você realmente sente que está em ‘New England’ ( a Nova Inglaterra).

 

   Nesta visita passamos apenas uma tarde em Baltimore e,  no dia do casamento , seguimos para a cidadezinha de Frederick onde estava marcada a cerimônia , que aconteceu  em uma  bela casa  de 1888.

 Mas o melhor mesmo foram os três dias que fugi pra Washington , lol -  ou simplesmente  como dizem os locais :  “D.C.”  {#emotions_dlg.smile}

 

 Ah, isto sim  é uma cidade!  Uma capital.  Um cartão de visita para o país.

 

   Nesta minha terceira  visita à capital Americana, finalmente pude ter uma boa noção  do que é realmente Washington.  Da primeira vez, alguns anos atrás, pude ter apenas uma ideia geral , percorrendo os principais pontos turísticos da cidade de bondinho;  da segunda ( dois anos atrás), passei o dia no Museu de História Natural ,  que eu sempre tive vontade de conhecer.  Já desta vez,   os três dias que passei ali,  finalmente puderam me mostrar  tudo o que a cidade tem a oferecer em termos de história,  cultura,  diversão e lazer.  

 

   O fato é que Washington é uma  SUPER cidade.   É linda,  classuda,  elegante,  cheia de monumentos imponentes, muita área verde, muitas delas com as suas reflecting pools ( seus lagos e "piscinas")  ,  e sobretudo,   muito, muito espaço aberto.  Em suma: uma maravilha de lugar, principalmente para claustrofóbicos como eu.  Lol 

 

  Sua arquitetura neo-clássica  lhe dá um aspecto muito europeu,  mas suas avenidas largas e todo o  imenso espaço aberto que se tem em volta,  são sua marca bem ‘americana’.   Ali,   ao contrário de Nova Iorque,  ( tirando o metrô em horário  de pico)  não há tumulto – nem mesmo nos seus pontos mais turísticos,  porque a cidade é realmente descongestionada de prédios !  Oh, sim,  eles estão ali,  principalmente na área do centro ( o Old Downtown) , mas sempre com muita área livre em volta.  Washington é a antítese de Copacabana!! lol   

Fora isso tudo, a capital americana ainda tem um  bônus : diferentemente de Miami e N.Y. , quase não tem turistas brasileiros!! lol  (Eu bem sei que tem muito brasileiro que detesta cruzar com outros brasileiros quando está no exterior...) 

 Já aqui  em  Austin, apesar de não ter turista brasileiro ( ou de qualquer outra nacionalidade...) ,   a comunidade de residentes tupiniquins  é considerável.

 

Enfim,  eis aqui alguns dos  highlights de minha visita de três dias em  Washington:

 

 

 O Washington Monument visto do Tidal Basin ( O "lago" em volta) .   Um dos símbolos da cidade.

 

 A National Gallery de Washington é um dos magníficos  museus do Smithsonian Institute.  Seu acervo é simplesmente fantástico!  Eis alguns poucos exemplos:

Este quadro do Da Vinci é supostamente o único do pintor nos Estados Unidos. 

Este quadro, do Murillo ( se me lembro bem...) foi um dos que mais gostei.

 

 E este Raphael... Simplesmente um "clássico". {#emotions_dlg.smile}

 

 E este Renoir,  que tal?

 

 O famoso prédio do FBI ,  na Pennsylvania Avenue  - que aparece no meu seriado favorito ,  "Bones". Será que o agente Booth estava lá, interrogando algum suspeito? lol

 

 O belíssimo prédio do Capitólio ,  a sede do Congresso americano.  Esta foi uma das visitas mais interessantes que fiz,  com direito a um  filme contando  a história do Congresso , além de um tour com uma guia excelente!  E,  como todos os  museus do Smithsonian Institute ,  a entrada ( acredite o não) é gratuita.

 Aqui,  um dos salões que visitamos dentro do Capitólio.

 

 O Ford's Theater, onde o Presidente Lincoln foi assassinado em 1865.  Hoje o teatro é aberto a visitação pública, mas continua tendo peças encenadas.  O Presidente morreu no prédio em frente - na época uma pensão-  e o local hoje virou igualmente  ponto turístico.

 

Um dos monumentos mais belos da cidade é o dedicado à Thomas Jefferson ( o Jefferson Memorial),  um dos autores da Declaração de Independência dos E.U. e o seu terceiro presidente.  O templo,  em estilo neo-clássico fica localizado no Tidal Basin , formado por um braço do rio Potomac. 

 

No último dia não resisti e tive de voltar ao Museu de História Natural, que estava com uma exposição especial sobre a Titanoboa - uma cobra prehistórica que viveu há 60 milhões de anos atrás e que tinha mais de 15 metros de comprimento! Era duas vezes maior do que a maior cobra que existe hoje em dia.

 

Voilà

Como vêem,  Washington D.C.  é SHOW!  {#emotions_dlg.smile}

 

 

sinto-me: Tirando o chapéu para D.C.!
publicado por Pâmelli às 20:24
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Sábado, 2 de Junho de 2012

Leitura de Verão

Ok,  chegou aquela época do ano de divulgar o meu romance – o “Copadrama”. {#emotions_dlg.smile}

Afinal o verão está aí  ( pelo menos no hemisfério norte…),  muita gente  se encontra  de férias… Então eis uma ótima oportunidade para você encomendar o meu livro  na Amazon. ( O preço gira em torno de 14 dólares pelo exemplar novo em folha  e a metade disso se escolher de comprar um já usado).   

“Copadrama- a Brazilian Tragicomedy” ("Copadrama- Uma Tragicomédia Brasileira) conta a estória de um grupo de residentes em um prédio bem típico  “classe média” em Copacabana - o famoso bairro na cidade do Rio de Janeiro.   Temos ali alguns tipos  “bem cariocas” ,  como um “Don Juan”  dos trópicos” ,  uma dedicada professora de ginástica,  um surfista boa vida, uma jovem romântica,  um aposentado de beira de bar,  uma velha hipocondríaca , um gigolô,  uma psiquiátra NADA normal …

 

Você gosta de ler o Parada??   Gosta de ‘viajar’ para lugares diferentes,  descobrir  outras culturas e outros mundos  através da leitura?  Então você há de gostar e se divertir com o “Copadrama” !

De fato,  modéstia à parte,   penso que o livro daria um excelente filme no estilo   “Comédia Romântica”,   com música de fundo de Tom Jobim ( Sim, teria que ser com música do Jobim!! )  e alguns atores famosos como Juliana Paes,  Rodrigo Santoro,  Fernanda Vasconcellos  e Antônio Fagundes.   É pena que eu não tenha uns $10 milhões  pra poder realizar o projeto!  Lol

 

O único "problema" do “Copadrama” é que ele só pode ser lido EM INGLÊS.  Então,  a menos que você esteja com esta língua bem afiada, não poderá se divertir com as maluquices, aventuras, dramas  e contratempos de seus personagens  .   É que o livro foi  publicado nos E.U.,  e portanto somente sua versão em inglês está disponível  para o público.

 

Então,  se você ainda não comprou sua ‘leitura de avião’  ou  de " beira de piscina"  nestas férias,  está na hora de pegar seu exemplar do “Copa”!    É só clicar aqui do lado,  em “ Meu livro” e entrar  na página  da Amazon.   ( E , sorry,  a versão em e-book não está disponível; apenas no bom e velho paperback).

Nota:  A Amazon  manda  entregar em qualquer cidade dos E.U.,  assim como em vários países -  inclusive no Brasil. 

 

Ok,  já fiz minha propaganda.

 

And by the way,  se você tiver, ou souber de alguém que tenha uns $10 milhões de dólares  e queira  investir em um filme (que certamente será um MEGA sucesso brasileiro, e quem sabe até internacional ! lol),   favor contactar a Pâmelli  no seguinte e-mail :  : pamelli@sapo.pt  ( E , please, nada de trotes!)

 

Sendo assim,   BOM VOYAGE -  seja de fato, ou através de uma boa leitura ...  

---

 

E agora,  um vídeo do que, eu imagino,  seria um bom exemplo de fundo musical para o "Copadrama".

( A música é "Corvovado" (Quiet Nights of Quiet Stars) , do Jobim,  cantada por Astrud Gilberto).

Simplesmente, lovely...

 

 

 

 

sinto-me: Networking!
publicado por Pâmelli às 19:03
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Sexta-feira, 1 de Junho de 2012

Bye, Bye Veja Brasil

 

Este ano,  depois de mais de quatro anos de leitura dedicada e ininterrupta, resolvi  cancelar minha assinatura da revista VEJA.  Pois é. Justamente eu,  que adorava a revista , sempre bem escrita e informativa.  De fato,  mais de uma vez até vim ao Parada escrever um post sobre algum artigo que tinha lido por lá.

Acontece que neste começo de  ano,  a VEJA me decepcionou em duas frentes: primeiro , com a desculpa de que "alguns leitores no exterior ( pelo menos aqui, nos E.U.A...)   estavam reclamando da demora da entrega das revistas" , passou  a usar o sistema de UPS de entrega ( que é mais caro) e com isso,   simplesmente,  assim,  sem mais nem menos,  aumentou o preço da assinatura anual  de  duzentos e poucos dólares ( que já não era exatamente “baratinho”…) , para mais de $ 500!  Isso mesmo.  Mais do que o dobro, ou seja:  um aumento de mais de 100%!     E isso, detalhe,  num país onde,  DIZEM,  que a inflação de 2011  ficou em torno de 6,5%... Humph.  Segundo,  ao interrompermos nossa assinatura, diante de tamanho ROUBO ( a palavra é essa mesma),  o que eles fazem?  NADA.   Sequer uma carta  tentando saber ao menos porque  o leitor parou de assinar,  uma contraproposta,   quem sabe uma promoção no futuro.  Nada.  NienteRien.   

 Quer dizer, simplesmente deixaram um velho e fiel cliente sumir no pó !   Um cliente,  diga-se de passagem,  que mora há anos no exterior , e que por estas alturas,  já nem deveria mais assinar qualquer revista brasileira!   Aliás, eu duvido muito que tenham tantos brasileiros por aqui  assinando  revistas do Brasil e pagando em dólar por elas.  Quando muito, o povo assina a Globo Internacional. Por isso mesmo,  a meu ver,  estes poucos leitores fiéis e morando tão longe , deveriam ser tratados com um pouco mais de consideração.

 

Mas a  verdade é a seguinte: É típico do brasileiro ,  não estar nem aí pro cliente – principalmente para o cliente , QUE DEIXA DE SER CLIENTE.   Os comerciantes brasileiros  não têm o menor interesse em cultivar o antigo cliente;  aquele que sempre foi fiel,  consumiu regularmente o seu produto e fez propaganda para os amigos.  Só o que importa é o de HOJE e AGORA  e o seu  lucro imediato.    Como diz o outro :  “A fila anda!”. 

Isto alias, me lembra do que uma amiga minha do Rio me contou há alguns anos:   Ela,  que fora uma cliente fiel ( e bastante consumidora!) da loja FOLIC ,  ( pra quem não sabe,  a Folic é uma loja de roupas femininas  boas e caras no Brasil…) há ANOS, e que sempre era atendida pela mesma vendedora ( que , certamente recebia comissão sobre as vendas)…  Pois bem,   um belo dia,  ao voltar na loja poucos dias após ter comprado uma calça comprida bastante cara ,  que , segundo minha amiga,  “rasgara de cima a baixo justamente no TRASEIRO,  na primeira vez que a vestiu ( detalhe,  minha amiga não é gorda!),   o que é que ela ouviu  da vendedora:

 

-Esta era a última que tínhamos.   Você pode escolher outra coisa na loja…

 

Minha amiga respondeu que não queria outra coisa pois não estava precisando de mais nada.  O  que  ela queria, era ficar com o crédito  para uma futura  compra.   Pensa que conseguiu?    Aquela mesma moça,  sempre tão prestativa , que puxava o seu saco há anos  e lhe sorria toda vez que ela entrava  na Folic , simplesmente  lhe fechou a cara e foi atender outra cliente. 

Desde então , minha amiga nunca mais voltou na loja .

 

Já o Americano pensa e age completamente  diferente.  A satisfação e a preservação do cliente antigo,   já conhecido e confiável,   é a coisa mais importante.   Não “ queimar o filme” com ele, essencial.   Vamos à alguns exemplos  que eu mesma já vivenciei,  sempre que lidei com empresas, lojas ou  companhias americanas ,  tanto quando ainda residia no Brasil, como hoje em dia , aqui em Austin, Texas.

 

1)      Me lembro quando ainda morava no Rio e durante seis meses fiz a assinatura da TIME Magazine.   Pois bem.   Passados os seis meses ,eu não refiz a assinatura  ( já que dentro de poucos meses estaria seguindo para a Europa, onde iria passar um semestre estudando).   Bem,  guess what : Durante pelo menos uns DOIS  meses,  me lembro que a TIME continuou  me enviando exemplars da revista, DE GRAÇA ,   além de novas opções de assinaturas,  novos planos de pagamento parcelados etc.  Isso  durou vários meses!

 

2)      Sigamos  agora para a excelente e chiquerésima  loja de utensílios domésticos “Williams & Sonoma”, com franquias por todos os E.U. e uma filial  aqui do shopping de Austin.   Eh bien,  há cerca de uns três anos atrás,  minha mãe me comprou na loja  uma COLHER  ( isso mesmo,  uma simples colher…) com braço  de aço inoxidável e a ponta de plástico,  para cozinhar molhos, sopas etc.   A colher deve ter custado perto de $20 dólares – bastante cara para uma simples colher -  mas a coisa era realmente de boa qualidade e é claro,  comprada  na famosa  “Williams&Sonoma”, lol.

         Pois bem,  poucas semanas depois,  a parte  de plástico da colher soltou e eu,  apesar de indignada,  resolvi  esquecer o caso.   Seis meses depois, contudo,  quando minha mãe voltou a nos visitar ( naquele ano ela veio duas vezes) e soube do ‘caso’ ,  um dia ao falarmos do assunto com meu marido ele replicou:

 

-Voltem lá , digam o que aconteceu e eles lhes darão uma colher nova.

 

Eu tive de rir.  Ora essa,  até parece!  Já havia se passado meses desde a compra,  nós nem tínhamos mais o recibo ,  e além do mais,  tratava-se apenas de uma  colher !  -  mesmo que fosse uma colher “metida” , lol . Mas minha mãe resolveu seguir seu conselho e voltou  à ‘Williams&Sonoma’, com a colher decapitada, e lhes explicou o ocorrido.   Adivinha o que aconteceu?   Troca imediata,  pedido de desculpas e nem se importaram dela não ter mais  a nota de compra!

 

Por fim,   meu ultimo caso , e talvez o mais emblemático: 

Minha loja de departamentos preferida aqui é a Nordstrom,  com filiais em todas as principais e grandes  cidades americanas. 

A Nordstrom é uma bela loja, muito classuda,  com pianista no lobby e um  excelente café no estilo dos que se vê nas  elegantes lojas de departamentos na Europa.  A comida alí, alias, é ótima. ( Na filial aqui de Austin,  tem um prato de ‘salmão ao molho de gazpacho’ que é de você comer rezando! Lol) .

Apesar disso tudo,   ao contrário de  outras lojas de departamentos de "peruas e patricinhas de nariz empinado"   ( tipo “Neuman Marcus”, por exemplo),  a Nordstrom  não tem APENAS  produtos de griffes  famosas e caríssimas.  Tudo alí é excelente,  mas existe  também muita coisa a preço  razoável.  Sem falar que,   há sempre promoções e as vendedoras são  gentis e prestativas.

 

Pois bem,   há cerca de dois anos eu comprei uma sandália muito bonita e não exatamente barata  (($100) para padrões americanos  ( sempre lembrando que por aqui, as coisas são MUITO  mais em conta do que no Brasil…),  que eu amei a primeira vista.  Era de couro,  com algumas pedras em azul turquesa. 

O fato é que eu usei  esta sandália durante uns dois  meses – MUITO.   Afinal ela era confortável,  bonita e dava com tudo.  Mas aí aconteceu uma coisa:   a parte de couro ( as tiras que seguravam a sandália) começaram a ceder e logo eu não pude mais andar com elas sem que elas ficassem sambando no pé!

Fiquei chateada e uma noite, ao jantar,  ao mencionar o caso para o meu marido, mais uma vez ele me saiu com:

 

-Volte lá, que eles lhe darão outra.   Afinal, quanto melhor a loja,  maior é a chance deles fazerem a coisa certa, pois não querem perder a cliente.

 

Então no dia seguinte lá fui eu,  de volta ao Mall e ,  já sem a nota de compra depois de tantas semanas,  mostrei a sandália com o couro cedido para a vendedora no setor dos sapatos lhe dizendo:

 

-Está vendo o que aconteceu com a sandália que eu comprei aqui recentemente?   ( Eu não lhe disse que já fazia dois meses,  mas mesmo assim ,  sem nota de compra , que diferença podia fazer??  O mais provável, pensei,  era que ela não aceitasse a troca...)

 

Oh,  I’m very sorry to hear that…  ( Sinto muito em ouvir isso…) - foi o que a moça me respondeu.   E acrescentou:  Você quer seu dinheiro de volta ou deseja trocar por uma sandália nova?

 

Assim que me recompus da surpresa  ( afinal, brasileiro, mesmo morando fora há anos, não está acostumado a  tanto!),  ao olhar em volta na loja  e ver que ainda restavam alguns exemplares da minha querida sandália de contas turquesa ,  resolvi  arriscar uma segunda tentativa :

 

-Acho que prefiro uma igual , nova.

 

E assim foi.   Eu troquei por uma novinha em folha , depois de ter usado a ‘velha’  durante mais de dois meses!   E dessa vez a sandália durou uns bons dois ou três  anos. ( Sim, eu realmente a adorava e só me livrei dela depois que ela já tinha quase se decomposto! Lol).

 

Moral da estória:   Eu continuo comprando e frequentando a Nordstrom mais do que nunca e sempre que posso digo e repito:  isto é uma loja de classe e que respeita realmente o consumidor.  O mesmo eu digo sobre a “Williams&Sonoma” .

 

Já quanto à revista Veja ...  BYE, BYE!  Agora,  só quando minha mãe vier de férias e me trouxer um ou outro exemplar – de graça.

 

Minha próxima assinatura?  

Será ou da  "National Geographic" ou então da revista  “Archaeology” .   Ambas excelentes - e thank God,  Americanas.

 

 

 

sinto-me: Decepcionada com a Veja
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publicado por Pâmelli às 18:08
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